Você conhece o termo “cinebiografia”? Qual a sua favorita? De acordo com o portal Dicio.com.br a cinebiografia pode ser definida como: “História da vida de alguém adaptada para ser representada no cinema”. Recentemente tivemos a história da banda Queen através do filme “Bohemian Rhapsody” com muita ênfase na vida de Freddie Mercury que trouxe algumas premiações do Oscar. Inclusive, o produtor do mesmo filme confirmou recentemente a adaptação da biografia do rei do pop Michael Jackson para as telonas. 

 

E o Brasil, como fica nessa história? Por aqui temos muitas cinebiografias de qualidade, por isso confira agora AS MELHORES CINEBIOGRAFIAS NACIONAIS PARA VER EM 2022.

 

Cazuza: O Tempo Não Para (2004)

A trajetória profissional e pessoal de Cazuza, do início da carreira, em 1981, até a morte em 1990, aos 32 anos. O sucesso com o Barão Vermelho, a carreira solo, as músicas que falavam dos anseios de uma geração, o comportamento transgressor e a coragem de continuar a carreira mesmo debilitado pela aids.

 

Bicho de Sete Cabeças (2000)

O site Nos Bastidores coloca que:

“Essa é outra cinebiografia que Rodrigo Santoro participou interpretando Neto, um usuário de drogas que é mandado por seu pai para um hospital psiquiátrico. Lá ele sofre os abusos do sistema e é tratado como doente mental. Filme importante para o cinema brasileiro por tratar de assuntos pertinentes à sociedade como: uso de drogas, relação de pai e filho e o tratamento de dependentes como se fossem doentes. Filme foi gravado no hospital psiquiátrico do Juquery (Franco da Rocha), local que quando funcionava em sua total capacidade chegou a ter milhares de internos. A atuação de Rodrigo Santoro é emblemática, provavelmente uma das melhores da sua carreira.”

 

Joaquim (2017)

A história do que levou Joaquim José da Silva Xavier, um dentista comum de Minas Gerais, a se tornar Tiradentes, transformando-se em um importante herói e mártir nacional que veio a liderar o levante popular conhecido como a Inconfidência Mineira.

 

Tim Maia (2014)

Cinebiografia do cantor Tim Maia, baseada no livro “Vale Tudo – O Som e a Fúria de Tim Maia”. O filme percorre cinquenta anos na vida do artista, desde a sua infância no Rio de Janeiro até a sua morte, aos 55 anos de idade, incluindo a passagem pelos Estados Unidos, onde o cantor descobre novos estilos musicais e é preso por roubo e posse de drogas.

 

Bruna Surfistinha (2011)

Raquel Pacheco era uma jovem da classe média paulistana, que estudava em um colégio tradicional da cidade. Certo dia ela tomou uma decisão surpreendente: saiu de casa e resolveu virar garota de programa. Com o codinome “Bruna Surfistinha”, Raquel viveu diversas experiências profissionais e ganhou destaque nacional ao contar suas aventuras sexuais e afetivas em um blog, que depois virou um livro e tornou-se um best seller.

 

Pelé Eterno (2004)

O Rei do Futebol ganhou um documentário das mãos de Anibal Massaini, contando os feitos do atleta do século, suas maiores jogadas, conquistas, sua influência e sua importância para o futebol. É um documentário que deve ser visto pelos fãs de futebol e por todos aqueles que querem saber mais dessa figura mítica do Pelé.

 

Gonzaga: De Pai pra Filho (2012)

O site Nos Bastidores coloca que: “Dirigido por Breno Silveira (Dois Filhos de Francisco), o longa conta a biografia, não de um, mas dos dois Gonzagas: o Pai do Baião, Luis Gonzaga (Chambinho do Arcodeon/Addellio Lima) e do seu filho, Gonzaguinha (Júlio Andrade). O longa mostra a história de superação do pai, que enfrentou várias dificuldades durante a vida e teve uma relação muito complicada com o seu filho. Muito bem produzido e fotografado, o longa contém uma história fascinante.”

 

Chico Xavier (2010)

Desde criança, Chico Xavier (Matheus Costa) ouvia vozes e via pessoas que já tinham falecido. Seus relatos eram sempre desacreditados, sob a justificativa que eram sua imaginação ou obra do demônio. Ao crescer, ele (Angelo Antônio) passa a usar seu dom para psicografar cartas. Logo se torna um ícone em sua cidade natal, despertando a ira do novo padre (Cássio Gabus Mendes) e acusações de ser uma fraude, já que publica livros de pessoas famosas que já tinham morrido. Já envelhecido, Chico (Nélson Xavier) participa do programa de TV “Pinga-Fogo”, onde fala sobre sua trajetória de vida e questões do espiritismo. Através dele conhece Orlando (Tony Ramos), diretor de imagem do programa, que é ateu. Ele e sua esposa Glória (Christiane Torloni) sofrem devido a perda do filho, Tomás, morto quando ele e um amigo brincavam com uma arma encontrada. Agora o casal precisa decidir se irá agir no processo que pode condenar o responsável pela morte de Tomás.

 

O que você achou da nossa lista? Adicionaria algum filme AS MELHORES CINEBIOGRAFIAS NACIONAIS PARA VER EM 2022? Conta pra gente nos comentários!

 

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